✎ Por Mayara Gonçalves
Eu sempre amei assistir às competições olímpicas por envolverem muitos países e culturas diferentes. Até hoje minha TV fica sintonizada nos canais de esportes o dia todo para espiar as competições durante esse período (aliás, estou triste por não poder trocar a noite pelo dia e acompanhar tudo ao vivo nesta edição!). Para completar, recentemente comecei a acompanhar a NBA (onde cada jogo é um verdadeiro show de adrenalina) e isso me fez refletir bastante sobre a minha relação com o esporte enquanto pessoa com deficiência e, principalmente, sobre o modo como ele é introduzido na vida escolar da criança. Assim, é sobre isso que vamos falar no texto de hoje!
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| Basquete na Paralímpiadas Rio 2016. Foto da Secretaria Especial do Esporte. |
No fim dos anos 90 eu estudava na AACD, onde tínhamos aulas de Educação Física Adaptada. Lá o que importava era não ficar parado. A maioria das crianças ia para o chão da sala de aula participar das atividades: vólei com bexiga, handball (com aqueles gols pequenos que conseguimos colocar no chão) e muito mais! Era super divertido!
Inclusive em um desses anos, até fui participar de um campeonato amador que foi disputado entre alunos da AACD e do Lar Escola São Francisco (não lembro se outras escolas participaram) no Clube Ipê. Nele, meu time foi medalha de ouro no vôlei com bexiga e, até hoje, lembro de flashes nossos marcando os pontos e conto essa história para todo mundo.



