06 agosto 2024
Agosto Dourado: A importância da informação sobre amamentação e do acolhimento de lactantes e bebês na escola
19 março 2023
Entrevista: Luciana Conceição, as Mini Histórias e reflexões sobre olhares e encantamentos
✎ Por Fernanda Fusco
Seja muito bem-vinda ao nosso espaço, Luciana! Gostaríamos de conhecer um pouco sobre você: sua trajetória, de onde veio, sua formação e como chegou à área da educação.
25 fevereiro 2023
Vivências para facilitar a adaptação das crianças na Educação Infantil
✎ Por Fernanda Fusco
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| Imagem meramente ilustrativa gerada pela inteligência artificial MidJourney para o Fala, Prô! |
Você não precisa inventar a roda!
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| Não precisa planejar nada de mirabolante: Faça com leveza o que já é habitual na escola! |
18 fevereiro 2023
5 livros ilustrados para ler no carnaval com as crianças e outras possibilidades
✎ Por Fernanda Fusco
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| Imagem gerada pela inteligência artificial MidJourney para o Fala, Prô! |
Fevereiro (Carol Fernandes)
06 fevereiro 2023
Como construir um espaço acolhedor e esteticamente agradável para as crianças da Educação Infantil
✎ Por Fernanda Fusco
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| Imagem meramente ilustrativa gerada pela inteligência artificial MidJourney para o Fala, Prô! |
O espaço é entendido sob uma perspectiva definida em diferentes dimensões: a física, a funcional, a temporal e a relacional, legitimando-se como um elemento curricular. A partir desse entendimento, o espaço nunca é neutro. Ele poderá ser estimulante ou limitador de aprendizagens, dependendo das estruturas espaciais dadas e das linguagens que estão sendo representadas. (Sabores, cores, sons, aromas: A organização dos espaços na Educação Infantil, p. 35)
24 outubro 2021
A responsabilidade da Educação Infantil no combate à violência sexual
✎ Por Fernanda Fusco
De acordo com a pesquisa do IBGE publicada no dia 10 de setembro de 2021, um(a) a cada sete estudantes de 13 a 17 anos já sofreu alguma forma de violência sexual. Mais de 70% desses casos acontecem dentro de casa e, com a pandemia e o isolamento social, crianças e adolescentes ficaram ainda mais vulneráveis a esse tipo de crime especialmente porque estavam afastados da escola e não conseguiam contar com a rede de apoio.
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Durante meus últimos anos na Educação Infantil, notei que algumas professoras e professores preferem se calar quando o assunto é educação sexual. Os motivos variam bastante: falta de conhecimento a respeito do tema, medo de as famílias reclamarem sobre a abordagem, não se sentirem tão à vontade justamente por considerarem um "tabu", preocupação com uma punição do (des)governo que deseja arrancar a proposta do currículo, pensar que crianças são puras e não têm sexualidade... Mas diante desses dados, das informações que temos e da nossa responsabilidade enquanto profissionais, nosso silenciamento é considerado negligência - afinal a escola também é ambiente de proteção!
Art. 5º Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais. (Estatuto da Criança e do Adolescente)
Pensando nisso, hoje vamos refletir a respeito da importância da educação sexual na Educação Infantil, qual o nosso papel enquanto educadoras e educadores da primeira infância, como podemos identificar e denunciar situações de abuso e quais materiais podemos utilizar para aprofundar nossos estudos. Deixo aqui os meus agradecimentos à professora Dora Silveira, minha querida amiga que atua na rede pública municipal de São Paulo e que amanheceu um tanto preocupada assim que leu a notícia sobre os dados do IBGE, compartilhando comigo sua frustração; e à Márcia Trípodi, amiga e coordenadora pedagógica, que nos deixou algumas dicas de como a escola de educação infantil pode atuar frente a situações que ferem os direitos das crianças.
12 outubro 2021
Semana da Criança: A escola enquanto espaço de mudança
✎ Por Fernanda Fusco
Já experimentaram perguntar aos pequenos e pequenas qual o significado do Dia das Crianças? Há anos questiono as minhas turmas e, sem nem um pingo de surpresa, ouço da maioria que a data serve para receber presentes ou visitar lojas para escolher brinquedos. Mas o que, de fato, comemoramos? 🤔
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| Imagem meramente ilustrativa: dia de troca de brinquedos (2018). Arquivo pessoal. |
No dia 12 de Outubro, além de ser considerado feriado nacional devido à celebração do Dia de Nossa Senhora Aparecida para os católicos, celebramos o Dia das Crianças: de acordo com uma matéria publicada no portal BBC News Brasil,
No dia 12 de outubro de 1923, o Rio de Janeiro, então capital federal, sediou um evento que reuniu estudiosos de infância e políticos de vários países. Era o Congresso Sul-Americano da Criança, cuja pauta discutia questões educacionais, alimentares e de desenvolvimento.
Graças a empresas como Estrela e Johnson & Johnson (mais especificamente em 1955), a data foi apropriada pelo comércio que tem como objetivo, obviamente, vender mais nesta época do ano. Não é à toa que, assim que chega o mês de outubro, começamos a ser bombardeadas(os) por propagandas de brinquedos e outros produtos direcionados ao público infantil e, por consequência, nossas crianças também são atingidas.
Embora o currículo não deva ser pautado pelas datas comemorativas, a necessidade de não perpetuar a cultura do consumo desenfreado pode servir como disparador para um trabalho reflexivo em nossa unidade - mas que também pode (e deve!) ser estendido para outros meses. Considerando que a escola é espaço de mudança, o que nós, enquanto educadoras e educadores, podemos fazer para ressignificar essa data e não reproduzir o que já vem sendo feito na sociedade há anos a fio? A seguir, traremos algumas sugestões de práticas para realizar com os pequenos e pequenas ao longo (ou a partir) da Semana da Criança!
28 novembro 2020
Entrevista: Mayara Gonçalves
✎ Por Fernanda Fusco
Fala, professoras e professores! É com muita alegria que anunciamos a chegada da mais nova colaboradora de nosso projeto: a Mayara Gonçalves, que ampliará nossos olhares para a pessoa com deficiência em seus artigos mensais! Nesta entrevista, a especialista em marketing digital e fada-madrinha na Make a Wish Brasil contará pra gente um pouco de sua trajetória e formação, de seus maiores desafios e conquistas, e porque a inclusão é um tema de seu interesse. Vem com a gente!
"Pessoalmente gosto do que me tornei, pois tenho cada vez mais oportunidades de usar minhas habilidades e história de vida a favor, não só de mim, mas de quem precisa." (Mayara Gonçalves)
Seja muito bem-vinda ao Fala, Prô!, Ma! Sobre quais temas você pretende tratar em seus artigos mensais?
Por que o mundo das pessoas com deficiência é um assunto de seu interesse?
O assunto da inclusão e acessibilidade dentro e fora do ambiente escolar faz parte da minha vida, já que nasci com paralisia cerebral e convivo com ela há 29 anos. Nessa trajetória, percebi que existe muita falta de informação, preconceito e um certo "medo" do desconhecido por parte da sociedade dita "normal". Isso acaba conferindo aos PCDs (pessoas com deficiência) lugares inferiorizados aos quais eles não pertencem e nem nunca pertenceram na realidade, mas que a sociedade os coloca por ser mais fácil rotular do que respeitar, acolher e valorizar as particularidades e necessidades de cada ser humano. Então, meu jeito de combater tudo isso é falar sobre minhas vivências e ajudar outras pessoas a construírem um olhar diferente sobre a pessoa com deficiência.
25 novembro 2020
Relato de prática: Brincadeiras com água na Educação Infantil
✎ Por Fernanda Fusco
Ao longo de 2019, uma das solicitações mais comuns das crianças da minha turma de Infantil I (4~5 anos) foi a compra de uma piscina para os momentos de brincadeiras. Me pediam quase que diariamente por uma festa onde poderiam vestir suas roupas de banho, se refrescar e se divertir com os amigos. Mas como organizaríamos tal momento, considerando que era uma demanda apenas da minha turma e não poderíamos contar com nenhum recurso (humano ou material) sem antes solicitar à gestão? Em uma perspectiva de autoria e protagonismo infantil, resolvi me reunir com os pequenos, levantar meus pontos de vista e problemas para que, juntos, buscássemos uma solução rápida e possível para colocarmos em prática.
Nos dias quentes, as brincadeiras com água sempre foram muito recorrentes mesmo quando eu não propunha ou disponibilizava materiais com esse objetivo: esse elemento complementava as brincadeiras de comidinha quando misturavam com terra e folhas; era foco de experiências que envolviam a exploração e observação do peso e volume, assim como momentos de relaxamento; era objeto de criação artística, quando utilizavam para desenhar formas no chão e paredes com as mãos; era "munição" para as guerrinhas de molhar quando eu "não estava olhando"... Eram vivências que sempre partiam das necessidades e iniciativas isoladas de algumas crianças e/ou pequenos grupos: o desafio agora era envolver toda a turma em um mesmo momento de jogo simbólico.
21 novembro 2020
A urgência de uma educação antirracista
✎ Por Fernanda Fusco
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| Imagem meramente ilustrativa: Enzo na Festa Africana. A utilização da foto foi autorizada pela mamãe Thaiane Oliveira. Uso exclusivo do Fala, Prô!: não copie ou distribua! |
14 novembro 2020
Política na Escola: "Sou professora, mas não discuto política!"
✎ Por Fernanda Fusco
Ao longo de alguns anos, escolhi não me manifestar quando o assunto era política: considerava pouco acessível, não questionava e tinha medo de transparecer a minha ingenuidade e ignorância, deixando os debates para os supostos "eruditos" de plantão (ou papagaios de telejornal?). Mesmo após formações, leituras e pesquisas, acabava optando pelo silêncio, mas desta vez com medo de represálias por conta da minha visão de mundo. Quantas vezes não ouvimos que política não se discute, não é mesmo? Com o passar do tempo, descobri que tudo se discute: depende se você e seus interlocutores estão dispostos a ouvir e compreender! Percebi também o quanto é importante me posicionar politicamente, especialmente por ser educadora e compreender o meu papel na formação de cidadãos críticos, autônomos e emancipados. E, às vésperas das eleições municipais, decidi quebrar meu silêncio: vamos discutir política e pensar sobre o impacto de nossas escolhas? Agradeço inicialmente à professora Nelice Pompeu, que atua na rede pública municipal de São Paulo, está sempre engajada nas questões políticas e sociais e que me deu um empurrãozinho para que este post fosse possível!
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| Imagem meramente ilustrativa: eleição de representantes da minha turma para o Conselho Mirim (2019) |
Veja, política vai muito além de decidir entre esquerda ou direita, consumir notícias da revista semanal, compartilhar memes criticando nosso despresidente ou ter um político de estimação: tudo o que nos rodeia é política! As nossas ações, as nossas escolhas, os nossos relacionamentos e até você, a partir do momento em que pisou nesta Terra (esférica!), é um ser político! Quando nos organizamos nas mais variadas instituições estamos fazendo política, pois pensamos e executamos ações que envolvem (ou deveriam envolver) um bem comum - a quadrinista Racka Abe ilustra alguns exemplos em seu Manual da Vida Adulta, no final deste post.
19 outubro 2020
Vivências com elementos da natureza na Educação Infantil
✎ Por Fernanda Fusco
Graças ao isolamento social, o contato direto com a natureza infelizmente não faz parte da realidade de muitos bebês e crianças, que estão restritos às suas moradias e cercados por paredes de concreto. Esse contato com o meio ambiente e os elementos naturais é essencial para o desenvolvimento dos pequenos e sua ausência, de acordo com pesquisadores, pode causar o déficit de natureza, responsável por problemas físicos e mentais como a obesidade, a depressão, a hiperatividade e o déficit de atenção.
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| Frutinhas encontradas no parque. Arquivo pessoal de Fernanda Fusco. |
De acordo com as autoras Eulália Bassedas, Teresa Huguet e Isabel Solé:
As crianças dessa faixa etária constroem teorias bastante coerentes em si mesmas, porém pouco adaptadas à realidade. A interação e o conhecimento do ambiente permitem a elas irem construindo interpretações mais ajustadas e mais potentes para continuar aprendendo sobre o funcionamento do mundo que as envolve. (Aprender e ensinar na Educação Infantil, p. 72)
Dentre outros benefícios, estão a criatividade, a imaginação, a motivação, além da admiração e cuidados com o meio ambiente. A partir da exploração da natureza, os pequenos também estimulam a curiosidade, fazem novas descobertas e desenvolvem a inteligência naturalista.
15 outubro 2020
Dia dos professores e o início de um novo ciclo
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| Ilustração por Leo Shin |
✎ Por Fernanda Fusco
| Ekatherina com seus alunos observando o bicho-pau |
Pretendemos continuar trazendo por aqui nossos relatos de prática, descobertas, dicas e desabafos com o propósito de construir um ambiente de diálogo com outras educadoras e educadores, bem como demais interessados pela área da educação! Por isso o seu comentário aqui, em nosso Facebook ou Instagram, sempre será muito bem-vindo! 💕
15 abril 2018
Planejamento: É preciso ter para ser feliz?
✎ Por Fernanda Fusco
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| Confecção coletiva de um mural com rostos felizes |
17 janeiro 2018
Relato de prática: O Grito, de Edvard Munch
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| Obras expostas em nossa Mostra Cultural |
✎ Por Fernanda Fusco
No ano passado, nosso grupo de professores decidiu que cada bimestre seria norteado por um tema gerador: um deles, o do terceiro bimestre, foi artes. Apesar de já trabalhar com a linguagem ao longo de todo o ano, resolvi focar com a minha turma no estudo de obras de alguns artistas renomados de acordo com nossas necessidades e os temas que fossem surgindo. Uma dessas necessidades foi trabalhar com a identificação e expressão de emoções, já que, além de expormos nossas produções realizadas ao longo do ano, também apresentaríamos uma peça de teatro em nossa Mostra Cultural.Logo lembrei da série de pinturas expressionistas O Grito, do norueguês Edvard Munch, que traduz toda a sua angústia, desespero e frustração por conta de suas desilusões com a vida:
"Eu caminhava com dois amigos - o sol se pôs, o céu tornou-se vermelho-sangue - eu ressenti como que um sopro de melancolia. Parei, apoiei-me no muro, mortalmente fatigado; sobre a cidade e do fiorde, de um azul quase negro, planavam nuvens de sangue e línguas de fogo: meus amigos continuaram seu caminho - eu fiquei no lugar, tremendo de angústia. Parecia-me escutar o grito imenso, infinito, da natureza." (MUNCH apud NAZÁRIO, 1999, p. 151)
11 janeiro 2018
Lapbook: Mais um recurso de ensino-aprendizagem
✎ Por Fernanda Fusco
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| Lapbook das Plantas, confeccionado em 2017 pela turma do Infantil I |
01 novembro 2017
A casinha: Uma construção a partir das sugestões da turma
✎ Por Fernanda Fusco
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| Nossa casinha prontinha e as crianças explorando |
"Que tal se a gente cortar uma porta e uma janela para virar uma casinha?"
Enquanto alguns observavam com curiosidade, cortei um quadrado e um retângulo com estilete que, respectivamente, viraram a janela e a porta. Não satisfeito ainda com o resultado, o mesmo aluno que explorava a caixa teve a ideia de pintarmos para que a nossa improvisação ficasse mais apresentável: e lá fomos nós buscar tinta acrílica para colorir as "paredes".
20 agosto 2017
Relato de prática: Desenho mágico
✎ Por Fernanda Fusco
suportes e instrumentos utilizados nas Artes Plásticas. O importante do fazer artístico, como sabemos, é todo o processo: o produto final é apenas consequência!
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| Os desenhos mágicos: canson, giz-de-cera, nanquim preto, pincel e palito de churrasco |
02 agosto 2017
Relato de prática: Xilogravuras e Cordel
✎ Por Fernanda Fusco
(do tema gerador Viajando pelo Brasil) foi a produção de xilogravuras.
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| Algumas das nossas xilogravuras já prontas! |
31 julho 2017
Entrevista: Carlos Lima e Educomunicação
✎ Por Fernanda Fusco
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| Carlos Lima em videoconferência. Arquivo pessoal do educomunicador. |























